Artificial Intelligence (AI) in the Chemistry Classroom: student co-authorship and autonomy in video production

Authors

DOI:

https://doi.org/10.56117/resbenq.2026.v7.e072607

Keywords:

Chemistry Education, Generative Artificial Intelligence, Student Co-authorship, Autonomy, Agency

Abstract

This study, guided by the question: “How does AI-supported video production in Chemistry classes contribute to the development of student co-authorship?”, examines co-authorship as the integration of autonomy and student agency. It adopts a qualitative, narrative-reflexive teacher-researcher approach involving 15 first-year high school students at a private school in Carapicuíba (SP), Brazil. The intervention consisted of a task sequence: (1) studying chemical bonding; (2) scriptwriting with ChatGPT through prompt-response-revision cycles; (3) multimodal production/editing (Adobe Express/Clipchamp); and (4) public sharing with peer assessment. The corpus included successive script versions (including AI iterations), final videos and production artifacts, the teacher’s Reflective Notes (RN), and classroom records. The thematic-categorial analysis examined four recurrent pathways through which co-authorship emerged: decision-making, critical appropriation of technology, self-regulation, and the right to question. Findings indicate that, under critical mediation, AI ceased to function as a shortcut and became an epistemic support: groups negotiated criteria, justified choices, curated model outputs, and turned feedback into shared references for revision, strengthening co-authorship throughout the process. As a situated intervention in a single class, generalization is limited, yet the study provides cues for careful transposition to analogous contexts.

Author Biographies

Guilherme Jansen Lacerda Das Mercês, Universidade Federal de São Paulo, Campus Diadema, UNIFESP

Mestre em Ensino de Ciências e Matemática pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em Ensino de Física e Química pela Faculdade da Região Serrana (FARESE), licenciado em Química e em Ciências pela Unifesp e graduado em Gestão Ambiental pelo Centro Universitário Senac. Atua como professor da Educação Básica, com experiência no Ensino Médio, na educação profissional e técnica e na educação a distância. Sua atuação profissional concentra-se no ensino de Química e no desenvolvimento de atividades didáticas, práticas experimentais e estratégias pedagógicas apoiadas por tecnologias digitais. Seus interesses acadêmicos abrangem o ensino e a aprendizagem de Química, a experimentação no ensino de Ciências e a utilização crítica da inteligência artificial nos processos de ensino e aprendizagem.

Luciano Feliciano de Lima, Universidade Estadual de Goias

Possui pós-doutorado pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Rio Claro/SP, doutorado e mestrado em Educação Matemática pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da mesma instituição, além de especialização em Educação Matemática e graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Atualmente, exerce a docência no curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Câmpus Sul Sede Morrinhos, e é professor no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PECMA) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus Diadema. Sua atuação profissional é focada na formação de professores de Matemática, abrangendo atividades de ensino, pesquisa e extensão. Seus interesses acadêmicos centram-se no ensino e aprendizagem de alunos da educação básica, bem como no desenvolvimento profissional de docentes da área, com ênfase na educação matemática crítica (EMC).

Maria Francisca da Cunha, Universidade Estadual de Goiás, UEG

Possui graduação em Ciências pela Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Morrinhos (FECLEM,1993), graduação em Matemática pela Universidade Estadual de Goiás (UEG, 2004), especialização em Administração Educacional  (UNIVERSO, 1996) e especialização em Educação Matemática (UEG, 2006). É mestra em Educação em Ciências e Matemática pela Universidade Federal de Goiás (UFG, 2009) e doutora em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP, 2018). Atualmente, é professora adjunta da Universidade Estadual de Goiás, vinculada ao Instituto Acadêmico de Educação e Licenciaturas (IAEL). Atua como coordenadora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Matemática.

Ana Maria Santos Gouw, Universidade Federal de São Paulo, Campus Diadema, UNIFESP

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo - Bacharelado e Licenciatura, mestrado e doutorado em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Ensino de Ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, ensino de ciências, percepção dos jovens pela ciência, divulgação científica e relação universidade-sociedade na perspectiva da extensão universitária. Atualmente é Professora Associada da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) - Campus Diadema e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática da Unifesp.

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Published

2026-09-25

How to Cite

Mercês, G. J. L. D., Feliciano de Lima, L., Francisca da Cunha, M., & Santos Gouw, A. M. (2026). Artificial Intelligence (AI) in the Chemistry Classroom: student co-authorship and autonomy in video production. Revista Da Sociedade Brasileira De Ensino De Química, 7(1), e072607. https://doi.org/10.56117/resbenq.2026.v7.e072607